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Skagit Valley Tulips Festival

Cerca de uma hora de onde moro, no Skagit County - WA, durante os fins de semana do mes de abril, ocorre o Skagit Valley Tulips Festival. Quando cheguei aqui o ano passado o festival tinha acabado um fim de semana antes e não pude ver essa preciosidade. 
Dos muitos campos no condado acabei visitando o enorme Tulip Town, no sábado passado, porque já tinha muitas tulipas abertas e grandinhas. Só as lilases estavam pequenas e fechadas, mas não perderam o encanto por isso. É permitido caminhar pelos campos, pagar um Helicopter Tour ou conhecer o campo passeando num tratorzinho especial. Tudo muito fofo e bem organizado. Creio que o cultivo das tulipas tem a ver com a imigração holandesa nessa área. Pode-se notar a influência na decoração dos stands do festival.
Eu amo flores. As minhas preferidas são as rosas rosa, amarelas e brancas e, as tulipas of course
A profusão de cores nos campos é incrível e fiquei extasiada com o cuidado no cultivo dessas flores, da importância que dão a elas por aqui. O que mais me surpreendeu foi a educação do povo que sabe respeitar os lugares que visitam. 
O dia estava bastante nublado e o ar extremamente frio. Nessa época ainda é assim: estamos usando pesados casacos como podem comprovar nas fotos.  
Amei o passeio. Divaguei nesse mar de cores e beleza. Desejo que vocês também se deleitem com essas imagens ma-ra-vi-lho-sas. :)
Entrada do campo: notaram a bandeira americana feita de tulipas na foto do painel ?

Deslumbrante!

Para todos os gostos!

Um pouco da Holanda

Stand com pipas e souvenirs


Pipas originais


O tom do lilás também tem um efeito perfeito, verdade?

Como alguém pode não achar a natureza maravilhosa???


Essa cor não é liiiinda?

Pipas com formatos de peixe e pássaro

Brancas e laranjas: di-vi-nas!


Fiquei com a respiração suspensa...


Sem palavras.



O monumento no meio é um globo terreste feito de ferro e todo vazado que tem um efeito incrível no meio das tulipas: pena que talvez na foto não apareça bem.





As minhas preferidas!!!

Grandma notice one little fairy looking at her and  Grandma asked, "What is your name, beautiful one?". In a soft voice she said, "my name is Tuleepa, and I have found the loveliest tulip ever. Can you tell me the name of this tulip?" "Yes," said Grandma Tulip, "it is called American Dream". Tuleepa them continued rocking and singing her baby to sleep.


Daffs Flowers em um campo ao longo do caminho: tive que parar e registrar essas cores!!!
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If you a dream it, you can do it!

Feliz dia!
 "Plágio é crime: Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998".Todos os direitos reservados.

Visita ao Seattle Aquarium (Puget Sound)

Faz tempo que nāo saía para conhecer algo novo por aqui. No sábado passado o dia amanheceu ensolarado apesar do frio desse finzinho de inverno/inicio de primavera. 
Por sugestāo da minha professora de inglês fui conhecer o Seattle Aquarium. Adoro água, mas respeito muito o mar. Decidimos embarcar nessa aventura de águas transparentes, muito mistério e éspecies exóticas. 
Em 1977, o Seattle Aquarium foi inaugurado no Pier 59 da Elliott Bay bem no coração do The Front Water. O Aquarium é uma força vital para a conservação marinha. Ajuda fundamental para os estudantes/visitantes compreenderem e tomarem consciência do impacto sobre a vida marinha.
A água usada nos tanques vem da própria baía e entram através de vários canais em um engenhoso sistema de irrigação. Os reservatórios maiores são iluminados pela luz natural do sol. 
Confesso que só depois de haver visto a fila da entrada é que notei que não fui única que tiver a idéia de visitá-lo esse dia. 
Apesar da grande quantidade de famílias e crianças que estavam lá consegui tirar algumas fotos. As que estão a seguir comprovam o que pude captar com minha modesta câmara. Espero que gostem porque eu fiquei fascinada com tudo que vi.

Portal de entrada do The Water Front (= em frente da água)

Mosaicos aplicado nas paredes do corredor de entrada e as explicações sobre a conservação do local

Bancos de corais: os da 2ª foto me chamaram a atenção porque estão cheios de flores diminutas de cores muito vivas

Corais gigantes e exóticos

Peixinhos listrados de preto e verde; abaixo outro banco de corais

Algas medusas e outro coral que se assemelham a flores

Cartaz sobre a missão do Aquarium e um enorme coral branco

Banco de corais com diferentes tipos de algas e ouriços
Uma gigante estrela do mar e um cardume de peixinhos
Ambiente recriado para uma espécie de pássaro marinho
Rochas, troncos e algas

Algumas espécies de peixes no Under Water Dome e eu, ainda que a foto tenha ficado escura ;-)

Mergulhador dentro do Under Water Dome e um casal de focas 
Mais um deslumbrante coral



Arraia gigante e um grande espécie de enguia

Coral branco gigante e um simpático peixinho muito serelepe

Mimoso aquário de minúsculos peixes e uma lontra que acabava de sair da água

Um casal de leão marinho ao sol: o mais claro é o macho e se chama Barney

Focas na hora do almoço


Cartazes explicativos sobre um pássaro muito interessante que parece um pato de bico vermelho e o outro é sobre os primeiros habitantes do Puget Sound



Fiquei extasiada com a dança dessas focas. 
Consegui gravar esse pequeno vídeo para compartilhar com vocês. 
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If you a dream it, you can do it! 
Feliz dia!
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"Plágio é crime: Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998". 
Todos os direitos reservados.

O Haver


Vinicius de Moraes

Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
- Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido...

Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo
De ferir tocando, essa forte mão de homem
Cheia de mansidão para com tudo quanto existe. 

Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.

Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade
Do tempo, essa lenta decomposição poética
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.

Resta esse coração queimando como um círio
Numa catedral em ruínas, essa tristeza 
Diante do cotidiano; ou essa súbita alegria
Ao ouvir passos na noite que se perdem sem história. 

Resta essa vontade de chorar diante da beleza
Essa cólera em face da injustiça e o mal-entendido
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa 
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.

Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado
De pequenos absurdos, essa capacidade
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.

Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa 
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.

Resta essa faculdade incoercível de sonhar
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade 
De aceitá-la tal como é, e essa visão 
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante

E desnecessária presciência, e essa memória anterior
De mundos inexistentes, e esse heroísmo
Estático, e essa pequenina luz indecifrável
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.

Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade
De não querer ser príncipe senão do seu reino.

Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade
Pelo momento a vir, quando, apressada
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada...

Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens.


15/04/1962

A poesia acima foi extraída do livro "Jardim Noturno - Poemas Inéditos", Companhia das Letras - São Paulo, 1993, pág. 17. 
Encontrada nesse site.

Feliz dia! 
"Plágio é crime: Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998". 
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Arte na espera do ônibus!

Nunca fui uma pessoa ligada a academia de ginástica. Nas aulas de educação física do colégio fazia o suficiente para alcançar a nota necessária. Não tive muito sucesso com o vôlei também. A natação era o que eu mais gostava e gosto. Hoje em dia o cabelo longo já não me permite muitas idas à piscina e um problema no ombro esquerdo me manterá, por um tempo, afastada da água que tanto adoro.

Bom, temos uma academia no prédio. Combinamos de frequentá-la pelo menos tres na semana. Como nao posso me esforçar com os braços optei pela esteira e bicicleta. Afff, nada como se desenferrujar um pouco porque, com o tempo, é um tal de dói aqui, dói ali e a idade é implacável quer queiramos ou não. 
Como a fisioterapeuta me recomendou caminhar eu resolvi ir ao curso de inglês, de ônibus, e voltar a pé. Um total de 3 milhas=4,83 km. Ufa!!! 
Na primeira vez demorei 1:20h até chegar em casa e tenho feito isso duas vezes na semana em um ritmo normal, pois na primeira meia hora vou em uma reta só. Depois há uma descida e uma grande subida. Só sei dizer que a circulação e as dores nas pernas melhoraram e muito. Também é bem melhor que caminhar em uma esteira. Confesso a vocês que na esteira mal consigo ficar meia hora mesmo com uma TV ligada na minha frente. 

Tenho o hábito de levar sempre comigo minha máquina fotográfica faça sol, neve ou chuva. Me abrigo bem porque o inverno rigoroso está no seu máximo e toco a andar. Qual não foi a minha surpresa e deleite quando encontrei essas paradas de ônibus super criativas e lindas ao longo da NE 140th Ave, aqui da cidade. Registrei tudinho. Esse é o motivo de toda a explicação acima:






:-)
Feliz dia!
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Todos os direitos reservados.

Thanksgiving Day!

Decidi postar agora à noite enquanto o sono não chega. Não sei por que, mas as idéias me povoam a mente justo na hora em que vou me deitar. Tenho a mania de pensar na vida quando vou dormir. Custo a pegar no sono, acabo não anotando nada e esqueço.
Tenho que me ocupar para que o fim de semana passe mais rápido. Falei com os filhotes pela net, aproveitei para dar uma geral no apê, lavar as roupas, colocar o pisca-pisca na janela e de quebra arrumar alguns enfeites de Natal na lareira. 
Ontem vi um filme super bonito, com uma mensagem comovente sobre o preconceito, a generosidade e o amor ao próximo, baseado em fatos reais. Se chama The Blind Side (Um sonho possível, 2009) com Sandra Bullock. Fiquei pensando na moral da história: muitas pessoas só precisam de uma oportunidade para avançar na vida. O estímulo e o apoio são fundamentais. Creio que vai do caráter e da personalidade de cada um vencer essas barreiras porque sei de casos de pessoas que venceram sozinhas. No filme a pessoa em questão é um adolescente e a situação é mais complicada. . Vale a pena ver!

O frio deu uma melhorada, não há previsão de neve. Amanhã vou deixar a preguiça de lado e fazer um esforço para sair, fazer uma caminhada, respirar ar fresco, ou melhor, gelado. Depois costurar e fazer meus fuxicos para a minha arvorezinha de Natal. É, vai ser pequenina porque não temos espaço e Natal sem árvore não é Natal, em minha opinião.

O almoço ainda vai ficar por conta da comida que sobrou do Thanksgiving Day, no dia 25.   Essa é uma data muito importante para os americanos. É um dia de gratidão pelos acontecimentos ocorridos  durante o ano. Nesse dia as pessoas dão graças com festas e orações.  Foi o meu primeiro Thanksgiving na América. Comi peru, vegetais ao forno, tortas de banana, abóbora e de cranberry, corn bread (pão de milho), gelatina com cereja, abacaxi e nozes, e vinho. 


As fotos comprovam a comilança:



Mincemeat pie

Pimpikim Pie

O tradicional peru. 

Feliz dia!


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